terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Diário - 12/10/2009
Demorei muita para levantar hoje, minha mãe já estava até com raiva de mim; que dizia o por quê nós tinhamos ido para praia (risos). Saímos para a praia, vi um grupo de gente jogando vôlei, me deu muita vobntade de jogar com eles, mais a vergonha foi maior. Depois deitei para ver se pegava um bronzeado, mas cadê o sol? Desisti e fui mergulhar no mar, mais estava congelante, mais não tava nem ai. conheci uma garota, simpática ela, n´pos ficamos conversando até uma imensa ventania, que meu deu medo! Saí da água, a areia ficou grudando no meu corpo que tava molhado, que coisa ! Quase não acho meus pais, mas detalhe (risos). Depois voltei para o apartamento, durmi e voltei para São Paulo, com muito trânsito, álias ! Éh....... meu dia não teve nada de mais, só tenho uma leve pequena impressão (ironia) que o cara do tempo errou com a previsão !!! rsrsrs. Quem sabe amanhã não será melhor? Quero só ver !!!
Apelo
Este texto foi escrito por Dalton Trevisan.
O autor diz no texto que um certo homem sente falta de uma senhora a partir da 1ª semana pois ele começa a observar que o leite coalhou, o botão da camisa caiu, etc.Mas a quebra da rotinas, ou seja, a ausência da senhora; ele sente sente a sensaçõa de liberdade, em todas suas falas, diz que sente sua falta.
O homem diz que sente flata, mas pode-se perceber mesmo que ele fale que sente falta dela, ele sente falta apenas falta do que a senhora fazia para ele, como consertar o botâo da camisa, ou da meia furada.
O autor diz no texto que um certo homem sente falta de uma senhora a partir da 1ª semana pois ele começa a observar que o leite coalhou, o botão da camisa caiu, etc.Mas a quebra da rotinas, ou seja, a ausência da senhora; ele sente sente a sensaçõa de liberdade, em todas suas falas, diz que sente sua falta.
O homem diz que sente flata, mas pode-se perceber mesmo que ele fale que sente falta dela, ele sente falta apenas falta do que a senhora fazia para ele, como consertar o botâo da camisa, ou da meia furada.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O homem energético
O texto “O homem energético” é uma adaptação de Branco de Samuel Murgel; do texto: Energia e Meio Ambiente. São Paulo. Editora Moderna, 1991, Coleção Polêmica.
O autor quer nos repassar a idéia de que atualmente a população não se vê mais sem a energia elétrica, ou seja, a população está dependente desta energia. Por exemplo, quem, atualmente não tem um computador em casa? Com isso, as pessoas saíram daquele ambiente doméstico, que o tempo que passavam ao lado da família, hoje o usa para essa energia. Além de que com essa utilidade da energia, a população começou a dormir bem mais tarde e desta maneira, essa evolução pode trazer o mal para a sociedade, sendo que boa parte das informações são inúteis.
Pelo o que o texto afirma, concordo com boa parte das idéias, menos uma que diz que só porque o homem tem posse e poder dessa energia pode construir ou destruir. Mas se formos analisar de outro modo, podemos perceber, atualmente, que nem todos têm esse pensamento. Como esse tipo de pessoa pensa desse jeito, acham que o mundo é só deles, pensam que podem fazer qualquer coisa sem pensar nas conseqüências, pensando só no “nariz deles” acabam se prejudicando no final. O mundo não é só deles!
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